Veio-me (é só usar certos vocábulos e eis que a manada paneleiresca se perfila de pronto, com as suas garupas ao vento...) à ideia um assunto, cujo teor justifica uma breve análise, obviamente temperada com muita virilidade (analista, como sabem, é profissão de rabeta, com excepção do Nuno Rogeiro, naturalmente).
Os rotos são uma espécie alienígena?
É uma teoria com alguma consistência (apesar de teoria ser apanágio de teórico que, por sua vez, é sinónimo de roto e, como tal, podemos estar aqui perante um caso de Juiz(o roto!) em causa própria), embora os factos que a sustentam possam parecer fabricados.
A propósito de fábricas, um pequeno, ou antes, grande aparte (já que “pequeno” é termo sobejamente abichanado). Porque é que as manas bichonas Lumière não filmaram “As empregadas da fábrica no vestiário” em vez da “Saída dos empregados da Fábrica”, essa panasquice cinematográfica?
Precisamente porque eram franceses e, como é do conhecimento geral (lá estão os leitores rabetas a pensar que vou dissertar sobre “geraldinas” – desenganem-se picolhos de mau fado!) francês também é sinónimo de fanchono.
Voltando ao tema central desta prédica, introspectemos a seguinte questão: Porque é que os paneleiros dos extraterrestres são sempre representados com formas tão diferentes do homo erectus, vulgo lusitano? Com aquele ar de quem não é parecido com ninguém? Bom, são parecidos com o Sérginho e com o outro metamórfico de raça alternativa, aquiesço.
Pura manobra de desinformação, meus amigos! Já pensaram o que seria se a imagem que temos dos abichanados selenitas, marcianos e afins, fosse semelhante à nossa? Claro que faríamos o que está regulamentado fazer a um extraterrestre – disseca-se e estuda-se a melhor forma de os exterminar em massa.
Ora isto ainda não se faz aos rabinófilos precisamente porque são eles que manipulam a imagem que o Homem (anti-panasca por definição divina) deles sustém.
Desta dissimulação depende a sobrevivência dessa corja paneleiresca. E, como todos sabem, assumir diferentes formas é próprio de extraterrestre (basta ver o caso do Michael Jackson). E quem é que neste mundo melhor domina esta arte? Os travestis (rotos, claro)! É vê-los de dia personificar um espécimen masculino e à noite o feminino, enquanto se acantonam em lugares infectos onde executam as suas danças rituais e treinam a imitação de vozes humanas.
E se isto não for suficiente para sustentar o princípio que aqui exponho, basta pensar na SIDA:
- Quem é que transmite esta peste fanchona?
Os testosteronodeficientes (panascas, se quiserem)!
- Porque é que ainda não se encontrou cura para esta maleita pederasta?
Porque tem origem extraterrestre, obviamente!
Podemos então concluir que a paneleirice tem, de facto, origem viral (pega-se!) e os rabetas são extraterrestres.
Quem faz cá falta é o Tarzan Taborda e a sua mundialmente famosa "dupla patada", para acabar com essa chusma de picolhos alienígenas. Bom, sempre temos a Lili Caneças que, segundo parece, pertence a uma raça alienígena rival e francamente assustadora.
Adrião Calhabardo
Comendador
Aproxima-se o Natal! Quadra festiva e de grande simbolismo religioso, é também utilizada para fins reprováveis por indivíduos de cariz marcadamente paneleiro – os rotos que se vestem de Pai Natal e ostentam a sua panasquice nos átrios dos centros comerciais – conspurcando assim o espírito desta bela tradição milenar.
Querem maior acto de pedofilia que um larilas de fato vermelho, barba e cabeleira postiças, aliciando criancinhas inocentes para o seu colo e prometendo-lhe presentes que nunca lhes vai dar, mantendo assim o petiz sossegado? E as fotografias que, inevitavelmente, testemunham o acto na presença dos incautos progenitores? Servem para, em caso de implicação criminal, alegar conivência destes e evitarem assim serem sodomizados pelo longo braço da lei. Gente perigosa e organizada, meus amigos!
Já repararam que os rabetas vestidos de Pai Natal aparecem todos na mesma altura, em vários pontos de alta densidade populacional e com comportamentos semelhantes? E ainda dizem que a Al Qaeda é que é uma organização terrorista extremamente perigosa e bem organizada. Autênticos amadores abichanados face ao profissionalismo panasca destas drag queens do terrorismo social. Senão repare-se para onde é que os eunucos dos mouros dirigem os seus atentados: Para os símbolos do poder ocidental! Precisavam era de ser sodomizados por uma cáfila de camelos com sífilis...
Além de rotos comedores de areia e abafadores de cactos, estes representantes do reino mineral são pouco dados à utilização do seu diminuto cérebro, para tarefas mais complexas que a assunção daquela posição abichanada, sempre orientada para “meta”, ou lá o que é (nunca percebi porquê, mas deve ter a ver com um objectivo qualquer, já que não deve ser a Meta dos leitões).
Agora os picolhos dos imitadores de Pai Natal! Esses são mais refinados. Procuram objectivos de longo prazo (como todos os rotos, desdenham tudo o que seja curto). Atacam a sociedade no seu ponto mais fraco e de forma dissimulada. Sem alarde. E um belo dia, o leitor acorda, levanta-se e quando vai verter águas à casa-de-banho, dá de caras com o seu filho de 18 anos, em acto idêntico mas sentado na sanita! E com cuecas fio dental nos tornozelos! Vem-lhe então à memória aquela fotografia do seu pequenito Zé Augusto, ao colo do “Pai Natal”, no Centro Comercial de Corroios, 14 anos antes.
Poderão, os leitores, pensar que isto é um exagero. Pois bem, não é! Primeiro, porque exagero é coisa de gaja e de paneleiro cabotino. Segundo, porque um verdadeiro lusitano nunca exagera, quando muito sublinha determinados factos que, pela sua relevância, o justificam.
Portanto, meus amigos, tenham cuidado com essa fauna hermafrodita, porque eles andam aí...
Adrião Calhabardo
Comendador
Estou siderado (não confundir com “sidado”, que é doença de roto...)!
Então não é que este espaço dedicado à tradição e aos valores lusitanos, mereceu de novo a visita desse grande Manitu do coito imaginário, incansável esfregador de “pescoço de ganso”, o empertigaitado Pipi?! É verdade.
No entanto, é com sincera consternação que sou obrigado a considerar o comentário, agora regurgitado, como francamente abichanado. De facto, o até agora inequívoco “empalador de gajas”, adoptou uma posição claramente apaneleirada e autoflageladora dos seus próprios escritos, ao dizer “que quanto mais chama abichanados aos outros, mais se revela como roto”.
Isto não pode ter origem no Pipi que todos conhecemos e aprendemos a respeitar! Ou então o Pipi, esse cardeal da chafurdice vaginal, esse bastião (não, não se trata dum “Bastos” gigante, como os leitores apaneleirados se preparavam já para imaginar) da traulitada platónica em fêmea alheia, deu em “cotonete”, facto que, a confirmar-se, nos faz questionar a verdadeira dimensão dos tentáculos do “polvo” panasca... O caso é sério, meus amigos! Já não chegava o Benfica fazer figura de equipa de futebol feminino, ainda por cima na Madeira, como agora o Pipi dá mostras dum elevado défice de testosterona literária.
Só não fico deprimido, porque depressão é coisa de fêmea com pouco uso, como sabem! E por falar em gajas, nunca é demais relembrar os deveres dum verdadeiro lusitano para com o belo sexo.
Em primeiro lugar, as mulheres estão sempre carentes de várias coisas. O nosso dever, neste particular, é dar-lhes cobertura. Sim, devemos cobri-las à boa maneira lusa, i.e., sem essas paneleirices do duche prévio e da lavagem maxilar. Mais! Se antes comermos uma cebola crua, o másculo odor corporal, misturado com a fragrância do arredondado tubérculo, provoca um nauseamento tal na parceira de ocasião, que qualquer arremesso de resistência à prática de actos mais ousados (embora viris), fica definitivamente arredado do terreno de jogo.
Em segundo lugar, as mulheres têm determinadas características que importa conhecer. As mulheres foram criadas para companheiras dos homens, i.e, para fazerem a felicidade dos homens, caso contrário seriam votadas ao ostracismo, à semelhança da bicheza proscrita. Além disso, teriam que apresentar alguma vantagem sobre os cães ou os gatos, que também são excelentes animais de companhia. É por isso que sabem cozinhar, lavar roupa e são, sobretudo, hábeis manipuladoras do incontornável “pai da vida”, vulgo mangalho lusitano.
No entanto, apresentam uma desvantagem que, certamente, o cornupto leitor já terá sentido na pele. Ao contrário dos fiéis caninos, as mulheres, quando sentem forte insatisfação, manifestam-na de duas maneiras: ou liofilizam completamente o saldo do cartão de crédito, ou pagam em géneros ao canalizador. No fundo e embora tentem demonstrar o contrário, não conhecem o dono.
Adrião Calhabardo
Comendador
Como bom Português, herdeiro das mais nobres tradições Lusitanas, sinto-me na obrigação de partilhar algumas preocupações pessoais (que deviam ser nacionais!), com o leitor acidental, enquanto oponente militante da fanchonice empedernida.
Em primeiro lugar, a questão da pedofilia. Está amplamente demonstrado que esta é uma actividade de caracter exclusivamente paneleiro e, como tal, deverá ser banida de terras lusas, utilizando métodos semelhantes aos aplicados na erradicação de outras epidemias igualmente funestas – a febre amarela, p.e., terminou quando se mandaram os chineses de volta para os campos de arroz, segundo ouvi dizer.
Assim e depois de identificado o portador (roto) do vírus da masculinodeficiência adquirida (paneleirice dessimulada), este seria colocado em quarentena, i.e., fechado numa jaula com 40 senegaleses alimentados a Pau de Cabinda. Enquanto a quarentena produzia os seus “efeitos” (que normalmente se caracterizam por provocarem incontinência anal, vulgo “período de bicha”, facto que, inexplicavelmente, muito perturba o espírito rabeta), o roto confesso seria obrigado a ver passagens de modelos em fio dental, protagonizadas pelo José Castelo Branco, ao som dos discursos do Paulo Portas, sobre o tema dos submarinos. O sucesso desta terapia, é praticamente garantido.
Perguntarão, no entanto, os leitores de masculinidade fundamentalista, citando Dario Fo: “E não se pode, simplesmente, exterminá-los?”
Questão pertinente! Devo, no entanto, lembrar que, nesse caso, ter-se-iam que confrontar com os protestos apaneleirados dos rotos infiltrados nas organizações de defesa dos direitos humanos.
Este é, aliás, um tema ao qual conto voltar brevemente, pois os direitos humanos são direitos da espécie humana, como diria Monsieur de La Palisse e não de espécies híbridas, como os rabinossauros. Ou alguém duvida que os rabetas são uma espécie sem “pedigree”, bem como os “cotonetes” (aqueles que dão para os dois lados)?
Adrião Calhabardo
Comendador
Parafraseando o RAP (esse grande lusitano), os rotos são más pessoas! Aquilo é gente que não interessa, meus amigos. Já alguém viu algum militante da berlaitada rectal ir para os copos com os amigos, depois dum jogo de futebol, seduzir uma gentil donzela e fazê-la sentir qual é o seu verdadeiro papel nesta vida efémera? Não, porque isso seria um sacrilégio na apaneleirada doutrina rabeta!
O que acontece invariavelmente, caros companheiros de infortúnio, é que quando nos entregamos ao frugal prazer daquele másculo programa, corremos sérios riscos de engatar não um belo exemplar do sexo feminino, mas uma bichona camuflada, qual comando sabotador infiltrado atrás (salvo seja!) das linhas marialvas. Esta gente é perigosa! Utilizam as mais recentes técnicas militares de dissimulação e terrorismo psicológico.
Já repararam como eles se movem em pequenos grupos e, fundamentalmente, à noite? Pois é! Tudo para conseguirem enganar o másculo e incauto cidadão, fazendo-o acreditar que o bigode mal depilado que apresentam é próprio das matulonas de Leste. E para compor o embuste, adoptam nomes do tipo “Tatiana Romanova” (vulgo José Castelo Branco).
Ora como todos sabemos (e os rabetas melhor que ninguém, já que o lobby gay, ao que consta, domina os serviços de informação – veja-se p.e. o que se passa na fanchonice da Casa Pia. Todas as conversas divulgadas só têm a ver com paneleiragem, rotos e degustação de prazeres rectais! Cambada de rotos!), o espírito lusitano é conhecido pela sua tradição conquistadora de outros povos.
Neste contexto, nada melhor que submeter uma matulona eslava, para honrar a tradição. E o desastre acontece! Aquilo que se antevia como mais um acto de diplomacia marialva, mostrando a antiga arte de bem cavalgar toda a mulher, quaisquer que sejam os seus credos ou origens, transforma-se num episódio freudiano que para sempre ensombrará o espírito do cidadão desprevenido.
E se a paneleirice se pega? Como é que fica a masculinidade do pobre cidadão? Ainda está por provar que a fanchonice é provocada por aberrações genéticas e não por uma espécie viral. Eu tenho para mim que a tese em voga é defendida pelos rotos inconfessos, caso contrário como é que se explica que esta contradiga a Bíblia, que diz que o Homem foi criado à semelhança de Deus? E, como se sabe, Deus não é rabeta (sacrilégio!), senão não tinha criado esse belo espécimen, a mulher – e a Eva era um petisco tal, que o Adão até defecou (“cagou” é um termo mais em voga, mas cuja masculinidade ainda está por apurar) na imortalidade, só para o saborear. Daqui se conclui que a paneleirice tem, efectivamente, origem viral. Aquilo pega-se, caros concidadãos!
Portanto, deixo-vos aqui um conselho:
- Quando não tiverem nada que fazer e vos apetecer espancar um rabeta, usem sempre luvas e máscara cirúrgica, para vossa protecção. Além disso, tem a vantagem de não deixar impressões digitais nem serem reconhecidos no acto, o que, não parecendo, facilita a vida aos agentes da autoridade quando tomarem conta da ocorrência – perante a falta de provas, podem engavetar a bichona, acusando-a de autoflagelação e perturbação da ordem pública.
Adrião Calhabardo
Comendador
Ontem foi um dia memorável! Só comparável à ao 1º de Dezembro de 1640, quando os nossos valorosos antepassados deram às bichonas castelhanas, o mesmo tratamento rectal que o José Castelo Branco deve ter recebido a noite passada, quando pediu “room service” no hotel da PJ.
O Glorioso fez sentir a sua virilidade futebolística aos rotos dos noruegueses. Uma equipa que só tem jogadores “lourinhos” tem, concerteza, um IF (Índice de Fanchonice) acima dos padrões europeus. Só foi pena que a abichanada lagartagem não tivesse tido o mesmo fim da equipa das valquírias nórdicas. Mas como se tratou duma batalha contra os mouros, aceita-se.
Agora a “massagista tailandesa calcorreando viril costado luso” – metáfora de masculinidade inquestionável, por oposição à rotice da “cereja no topo do bolo” – foi o encavamento da supracitada bicha andrógena. E digo encavamento, porque tal amorfidade foi depositada na cave do edifício da PJ. Imagino a “rave” que por lá ocorreu... Sidosos, fanchonos, proxenetas, pedófilos, tudo a pedir fatos de cabedal, CD’s do “Mister Gay” Alex e outras paneleirices do género, aos valorosos agentes da PJ.
Claro que homem que é homem, ao contrário do Castelo Branco que é um homem com M grande (como já alguém referiu), não aguenta tanta paneleirice durante muito tempo e o resultado não se fez esperar. O rematado picolho já calcorreia de novo os passeios da capital embora, segundo consta, com um andar novo! Vá-se lá saber porquê...
Adrião Calhabardo
Comendador
Hoje é um dia importante! Os meus escritos foram lidos por esse ícone da escrita rectal, o inefável Pipi!
Apesar de alguma animosidade (despropositada e própria duma porteira de prédio da Zona J, naquela altura do mês...) demonstrada pelo grão-mestre daquela maçonaria literária, considero a sua visita uma honra. No entanto digo, sem afirmar, que o comentário aqui defecado por tão alta individualidade do restrito grupo de abominadores da fanchonice militante e no qual me incluo, me desiludiu. Ou antes, me preocupou (desilusão é coisa de gaja).
Então o Pipi pretende que o anti-bichanismo pague direitos de autor? Não será esta uma missão nacional, obrigação de todos os machos lusos? Parece-me um conceito algo totalitário e consequentemente apaneleirado, denotando um sentimento muito próprio – intolerância -- das bichonas de espírito inquieto. Ter-se-á o Pipi “vendido” (sem conotações paneleiras, por enquanto...) ao facilitismo abichanado da escrita monopolista?
Assim, reafirmo que estas minhas humildes prédicas partilham a nobreza do espírito literário original do agora inquieto Pipi, sem qualquer objectivo usurpador, o que a acontecer me tornaria, confesso, num rabeta inominável. Pior que isso, só ser entrevistado pelo Goucha numa passagem de modelos protagonizada pelas figuras do Jet Set, enquanto o José Castelo Branco desfilava com o biquini de diamantes da Fátima Lopes. Digno dum filme do João César Monteiro.
Adrião Calhabardo
Comendador
Verifiquei hoje que a opção de comentar os meus escritos que, magnanimamente, coloquei à disposição dos inqualificáveis e fortuitos leitores, acusava falta de virilidade, i.e. não funcionava.
Para qualquer rabeta cibernauta, tal facto não constituiria motivo de preocupação, já que na pior das hipóteses quando a virilidade não se manifesta, os rotos militantes limitam-se a passar de “activos” a “passivos”. Agora isto acontecer a um verdadeiro herdeiro da tradição marialva!? Um cidadão que transpira virilidade por todos os poros?! É, no mínimo, tão grave como achar que o direito de voto só depende da idade do indivíduo e da nacionalidade, nunca lhe sendo exigido um certificado de género – masculino, feminino ou indefinido.
Esta situação parece-me bizarra e originada por mentes fortemente apaneleiradas, senão vejamos: Imaginem os leitores que os rabichos, rotos, rabetas, mariconeras, etc., resolvem formar um cartel paneleiro e, nas próximas eleições, se apresentam a sufrágio com um qualquer Partido da Fanchonice Democrática e elegem o José Castelo Branco (rabinófilo empedernido) para 1º Ministro! E o Carlos Castro (roto fundamentalista) para Ministro da Defesa! Era vê-lo a passar revista às tropas em posição de decúbito ventral, na esperança que à voz de “Destroçar”, as forças em parada não o poupassem...
Ora isto não pode ser! É anti-natural! Constitua-se, então, a Alta Autoridade para a Certificação da Masculinidade e cataloguem-se os indivíduos de acordo com o seu IF (Índice de Fanchonice) e atribua-se o nº de votos proporcional. Desta forma, eu, p.e., teria direito ao máximo de 100 votos enquanto qualquer abafador de palhinha teria direito a um singelo voto, desde que se apresentasse, no acto, vestido de Carmen Miranda. Caso contrário, se quisesse votar ia ao “Prós e Contras”, programa de cariz manifestamente abichanado, ao lado do sempre presente e saltitante líder da Opus Gay.
No fundo, tudo isto para dizer que tenho fortes suspeitas de ter sofrido uma apaneleirada sabotagem cibernética, que inibiu o acesso ao direito de comentar estas prosas. Talvez deva sublinhar a “Reserva do Direito de Admissão” a estas prédicas, não vão os “gays”, como amaricadamente se intitulam os espécimens de proporcionalidade genética invertida, julgar que têm direito de opinião.
Adrião Calhabardo
Comendador
O país está, de facto, deprimido.
De acordo. E então? Para já, depressão é coisa de gaja! Um homem que é macho, não tem depressões. Tem, quando muito, merdas para resolver. Isto significa que os autoproclamados líderes de opinião (rotos, portanto), em vez de se centrarem no essencial, deleitam-se com o acessório e acessório, como todos sabem, é assunto de gajas e rabetas.
As causas, meus amigos, as causas! Eliminem-se as causas que os efeitos as seguirão, como se de bragantinos cidadãos, em busca de opulentas garupas brasileiras, se tratassem.
As causas estão intimamente ligadas à paneleirice que por aí pulula. Tudo começa quando a suposta elite intelectual (começo logo a duvidar da masculinidade destes indivíduos que só usam o cérebro – deduzo que dispensam o resto...) considera um rabeta como uma pessoa “diferente”!
Diferente é o Zézé Camarinha que tem mais relações internacionais num mês que um qualquer ministro dos Negócios Estrangeiros, fanchono e incumbente, durante todo um mandato (embora, ultimamente, a duração dos respectivos mandatos esteja na justa proporção da duração média das suas actividades sexuais – curtinhas, portanto).
Consideremo-los então diferentes – condescendo! Então, como qualquer diferença é sempre relativa à normalidade, conclui-se que a "diferença" é, de facto, anormalidade.
Poder-se-ia, inclusivé, invocar os prestigiados métodos da Santa Inquisição para situações deste tipo, não fossem estes de origem castelhana e personificados em Torquemada, reconhecido rabeta medieval. Utilizem-se então os modernos conceitos europeus, tão ao gosto dos abichanados federalistas. Defina-se uma quota nacional para a produção de picolhos, à semelhança das quotas leiteiras ou pesqueiras. A Comunidade Europeia (corja de rotos inconfessos) não rejeitaria tal princípio, seguramente. E a partir daqui, as coisas entravam nos eixos: multas para o caso do País ultrapassar a produção anual de rabetas, a necessidade de os acantonar em redis para poderem ser identificados, marcados e contados, enfim, uma autêntica maravilha.
Poderíamos ainda patrocinar um Protocolo semelhante ao de Kyoto, que nos permitiria vender o excesso de poluição paneleiresca a outros países, com índice de fanchonice inferior.
Em resumo, é necessário voltar a edificar a sociedade nacional sobre os alicerces da tradição lusitana. Inquestionável, a meu ver!
Adrião Calhabardo
Comendador
Cambada de rabetas! Fanchonos militantes, relapsos e contumazes! Então aquilo faz-se? Perder o jogo de inauguração oficial da nova Capela Sistina do Vaticano futebolístico nacional? E ainda por cima com o Beira-Mar, cuja única utilidade é a de ter um jardim aí plantado, segundo dizem.
Valha-nos, uma vez mais, a tradição. Felizmente que temos as nossas adoradas mulheres para lhes podermos assentar uma cadeira na estrutura óssea, em ocasiões de profunda decepção, como esta. Uma vez mais, a mulher revela-se fundamental no apoio ao chefe de família. Apenas é de lamentar o tempo perdido que as consequentes idas às urgências do hospital provocam. Porque é que a tecnologia não resolveu já este problema, como o fez com os relógios? Se as mulheres fossem resistentes ao choque, o tempo que se poupava nas idas ao hospital...
Voltando à hecatombe desportiva, começo a desconfiar que isto foi um sinal divino. De facto existem ali alguns pormenores que, bem vistas as coisas, não encaixam bem. Então o maior clube do universo lusitano tem um treinador espanhol? Isto é a mesma coisa que convidar o bispo Renato, da IURD, a celebrar missa na Basílica da Estrela, ou nomear o Dr. Santana Lopes para Alto Comissário para a Moral e os Bons Costumes, com a missão de devolver a temperança e a castidade a Bragança. Heresia rotunda!
Assim, não é de estranhar que a justiça divina se tenha abatido sobre este grandioso clube, como já o tinha feito sobre os Filisteus e seus descendentes, a lagartagem de Alvalade. Há, no entanto, que ter fé, apesar do penteado abichanado do Simão Sabrosa. É necessário que a equipa esteja possuída (pronto, é só usar este termo e já posso imaginar todos os leitores membros do Grupo Desportivo e Excursionista “Os Rotos do P. EduardoVII” a abanarem o seu ganha-pão, que nem poodles em época de cio) dum espírito guerreiro, na mais bela tradição de D. Nuno Álvares Pereira, ZéZé Camarinha ou do incontornável João Malheiro.
Este último, inquestionável indivíduo de nobre estirpe, deveria mesmo ser elevado a ícone do Glorioso. Pois não foi ele o único que, em boa verdade, engalanou a testa azeiteira do Pinto da Costa, driblando a seu belo prazer na “grande área” da respectiva Filomena?
Um cidadão com tal postura e timbre de voz, não pode ser rabeta e, como tal, é digno da nossa admiração e constitui um exemplo a seguir.
Pelo meu lado, já substituí os retratos do Eusébio pela efígie grandiosa do Malheiro porque, com o passar do tempo, aquelas fotografias, tiradas em ambiente nocturno, foram perdendo o contraste e apenas se via um par de calções brancos e uma dentadura. Começava a ser difícil explicar aos meus amigos que era aquele o símbolo da mística do Benfica...
Adrião Calhabardo
Comendador
Vou hoje debruçar-me (já estou a imaginar a ansiedade que pulula entre os rabetas...) sobre um tema que é, seguramente, do agrado dos verdadeiros portugueses: A inauguração da nossa Catedral!
Aquilo sim, meus amigos! Aquilo é uma obra digna do espírito dos nossos egrégios avós. Comparável à monumental sodomização sentida pelos apaneleirados espanhóis em Aljubarrota ou ao envio do inominável Miguel de Vasconcelos (que além de roto, também gostava de castelhanos) pela janela fora, aquando da restauração.
O que eu não gostei foi que dessem a palavra à lagartagem, para opinar sobre tão incomensurável monumento. Que o Dr. Jorge Sampaio usasse da palavra, ainda vá – afinal é o Presidente da República e precisava de “lavar” a sua imagem depois de ter sido fotografado no “urinol de Alvalade”.
Agora o Santana Lopes, verdasco de mau ano, comedor inveterado de tias fora de prazo! Esse é que não.
E, para cúmulo, o “speaker” de serviço mandou calar as hostes benfiquistas para ouvirem a verborreia dum terceiro lagarto! Esta paneleirice só podia vir dum amiguinho de indivíduos de masculinidade duvidosa... Apanham-se com um objecto de forma fálica na mão e é ver a incontinência língual a despontar.
E para quem duvidava que da verdadeira Catedral se tratava e que Deus é do Benfica, lá estava também Sua Eminência o Cardeal Patriarca. No entanto, achei estranho que o prelado não nos brindasse com uma prédica alusiva ao momento e respectiva comunhão entre os fiéis. Talvez fosse pela constante insistência do Presidente Vilarinho sobre a altura da sagração do vinho, não sei...
Por último e para quem tem dúvidas que o Benfica é um clube que preza e defende os mais nobres valores familiares, este foi também um acontecimento louvado por todas as mulheres, já que, desta vez, não foram espancadas, como manda a tradição lusitana em caso de derrota.
Adrião Calhabardo
Comendador
Este é um tema que nos devia preocupar a todos, com a excepção natural dos “florzinhas” para quem a pressão, especialmente se fôr exercida na respectiva garupa por membro alheio, é motivo de desbragada satisfação.
Na verdade, o aparecimento de “grupos de pressão” é um fenómeno semelhante ao fluxo de promessas eleitorais em boca de político (não há quem lhes enfie um “care free” pela mucosa bucal adentro...). Aparecem “grupos de pressão” de todos os credos e proveniências, incorporando indivíduos sem antecedentes enraizados na cultura e valores lusitanos, cuja verborreia dinamita os alicerces do edifício nacional.
Um exemplo ilustrativo do que acabo de dizer, é o execrável “lobby gay”! Já não bastava um incauto cidadão da valorosa cidade de Viseu, p.e., consciente da sua masculinidade, vir a Lisboa e, ao passear no Parque Eduardo VII, ser abordado por um exemplar de genética duvidosa, que lhe atira – Eu sou passivo, e tu? -- como ainda por cima se agrupam! Como é que o valoroso herdeiro da mística de Viriato se defende do “lobby gay” quando confrontado com pressões do tipo: “Ou contracenas ali com a Catherine Deneuve atrás da moita ou dizes adeus ao IP5 e voltas para casa pela EN 1”.
Muitos poderão dizer: “Mas, Comendador Calhabardo, estes seus escritos não podem induzir os leitores a pensar que a homofobia lhe toldou o espírito?”. A esses rabetas inconfessos respondo que todo o tipo de fobias é próprio dos indivíduos de sexo indeterminado, pois os verdadeiros representantes do género masculino preferem usar vocábulo quase homófono (trocando o “b” pelo “d”) e de significado bem mais pungente.
Não nos esqueçamos, por outro lado, das mulheres, essas musas inspiradoras de tanto bem-estar masculino. Qualquer dia, também elas pensam que podem criar um grupo de pressão! O que é que aconteceria se as louras, p.e., passassem a ter poder de intervenção para além das suas áreas de especialização – o cabeleireiro, o centro comercial, as aulas de fitness, o psicanalista, etc.
Passariam a opinar sobre as grandes linhas do desenvolvimento nacional, com intervenções do tipo: “Estar vivo é o contrário de estar morto!”, dessa grande pensadora Lili Caneças, ou ainda: “Se eu fosse um pássaro, gostava de ser uma borboleta”, reflexão profunda da incontornável Paula Bobone, proferida nos 5 minutos de lucidez, entre 2 vernisages e outros tantos litros de gin.
Como podem aferir, grupo de pressão é algo sobre o que o verdadeiro português deve manter apertada vigilância e exercer pressão de sentido contrário. Todos sabemos que a Física nos diz que quando aumenta a pressão a temperatura aumenta e o volume diminui, logo, se apertarmos com os rabetas, picolhos, maricões e afins, eles ficam com muito “calorzinho” e começam a correr que nem baratas tontas, fenómeno experimentado pelos espectadores da TVI, depois de levarem com a análise semanal do Prof. Marcelo. Quando eles estiverem neste estado, é fácil apanhá-los com uma rede de borboletas, enfiá-los num cargueiro para o Djibouti e deixá-los lá desfrutar da “pressão” e do "calor" que os indígenas lhes farão sentir no sítio que eles mais apreciam.
Quanto às louras, exemplares prestigiados da sapiência e bom-senso feminino, de acordo com a tradição é só apertar que elas deitam-se.
Confesso que já tive melhores dias, mas isto da inspiração é exactamente ao contrário da famosa dor de cabeça das mulheres – quando precisamos da primeira, não aparece e quando menos queremos, aparece a segunda: “Ai querido, agora não, que me dói a cabeça...”
Adrião Calhabardo
Comendador
Prezadas leitoras e leitores (com masculinidade dentro do prazo, obviamente),
Volto de novo ao vosso contacto (não comecem a ter ideias os eventuais maricões para quem "contacto" significa "pegar de empurrão") apenas para lhes dar a possibilidade de comentar o frasear que por aqui vai fluindo.
Não confundam isto com democracia literária, conceito que, quanto a mim, é tudo menos macho. Onde é que já se viu pôr em causa verdades insofismáveis como a exaltação da mulher, cujo desempenho nas árduas e especializadas tarefas do lar, nenhum homem consegue ultrapassar -- Olha! Versejei...
Já dizia o poeta no Fado Marialva, esse expoente máximo da tradição Lusa: "Ai cá p'ra mim não há, ai não, maior prazer que o selim e a mulher...". Querem melhor comparação que esta? Comparar a mulher a esse nobre animal, o cavalo?
Retornemos aos anais (atenção rabetas, isto de "anais" nada tem a ver o vosso ganha-pão, ok?!) da História e recordemos como D. Afonso Henriques varreu de terras lusas esses ayatolas de subúrbio, esses comedores de baba-de-camelo (sim, porque eu não sei o que é que eles têm que fazer aos camelos para eles se babarem daquela maneira, se é que aquilo é mesmo baba e se é que sai mesmo pela boca! Eu, pelo sim, pelo não, nunca comi tal fanchonice), esses mouros imprestáveis cuja única característica aproveitável, era o facto de poderem ter mais que 1 mulher (apesar da qualidade questionável das mesmas).
Face a isto, perguntarão então aqueles para quem Deus Nosso Senhor foi generoso e lhes deu um Q.I. superior ao do bruxo Alexandrino (não se esqueçam que o marmanjo até quer ser Presidente da República! Cá para mim, o que ele quer é um busto do Napoleão entregue ao domicílio por um exemplar de raça negra com 2 m de altura e comprimento a condizer):
- Mas afinal o que é que o D. Afonso Henriques tinha a ver com a comparação entre o cavalo e a mulher?
Ora bem! Então por acaso esse grande Rei passou a ferro os "comedores de areia" montado numa mulher? Não!! Foi cavalgando o seu garboso corcel que tais feitos se realizaram.
Quererá isto dizer que a mulher era dispensável? Jamais!! E a valorosa dinastia que então se iniciou? Como é que era? De geração expontânea, não? Ou de uma união-de-facto com o cavalo? Heresia, é o que é! De facto a mulher revelou-se, já nesta altura, tão importante como o cavalo. Cada um em seu sítio -- o cavalo nos campos de batalha, a mulher no aconchego do lar --, mas ambos montados pelo seu Senhor.
Depois deste apontamento histórico, vou para dentro que isto pela noite refresca. Continuarei a dissertar sobre este tema, de tanto agrado das famílias, numa próxima oportunidade.
Adrião Calhabardo
Comendador